domingo, 21 de setembro de 2008

MUDANÇAS DE VOLORES FEMININOS


Existe no coração de toda mulher o desejo intrínseco de amar e ser amada por um homem só. No livro de gênesis está escrito: “O teu desejo será para o teu marido”. É algo que está escrito na alma feminina. Até na alma da prostituta da esquina, lá no fundo todas gostariam de ser de um homem só, e gostariam que apenas um homem se deitasse sobre elas, e que apenas um fosse o amigo e pai de seus filhos. Vejo meninas com carinhas de santinhas, namorando um cara legal, para fins de consumo social, mas do lado de fora deste relacionamento têm casos sexuais com o patrão, os colegas de trabalho e outros. Enquanto o cara legal é o menino que anda de “mãos dadas” com ela. Lamentavelmente são os caras legais que estão pagando o preço do que não fizeram ou não fazem individualmente. Tenho dito que os homens estão tendo agora de volta o tipo de mulher que antes eles pegavam na surdina, como mulher fácil, enquanto eles casavam com alguma santinha para cuidar da casa. Sim, agora, os papéis se tornaram equivalentes, e as mulheres que antes foram usadas, agora usam, e as que antes queriam ser santinhas para casar, agora, muitas vezes, assim procedem apenas para ter um maridão em casa. Esta é a geração da suruba! Para mim isso é sinal de que o amor está entrando em eclipse, se apagando das almas, e o que prevalece é a lei da orgia, do bacanal, do troca-troca, da banalização total do sexo, e da busca desenfreada pelo orgasmo perfeito, não importando nem como e nem com quem. Hoje em dia conheço poucas mulheres que seriam capazes de se manterem fiéis a si mesmas, especialmente se forem traídas ou abandonadas. Nesse caso, tais mulheres sofrem intensa perseguição das próprias amigas, todas querendo ver essa sobrevivente do espírito da orgia, ceder e tornar-se como elas. Não admiro mulher que parece ser movida por fogo. Tal mulher pode até ser boa para uma temporada, mas dificilmente será uma pessoa para estar ao lado de um só homem por toda a vida.

Muitas vezes as mulheres mais belas, pela própria fartura com a qual são assediadas, acabam por desenvolver uma atitude muito pouco confiável. E as mulheres carentes?! Mulher carente é a mais fácil vitima de qualquer coisa, pois, seu auto-engano sempre chama a aventura da paixão, e assim, de paixão em paixão vive até se transformar em Maria batalhão. O problema é a quantidade de relações sexuais que uma pessoa vai tendo pela vida, as quais, marcam a alma humana, criam memórias, estabelecem referencias, criam o ambiente propício às comparações que acabam por relativizar o que a pessoa está tendo no momento, e, sobretudo, deixam na alma tantas marcas e memórias, que muita gente acaba por construir um compuser de amantes anteriores: as pernas do fulano, a boca do beltrano, a ginga do fulaninho, a pegada do beltraninho, o papo do outro, a família legal de um outro ainda, os confortos que um deles propiciava, etc... Ora, quando isto acontece, e alma se deixa levar para dentro desse mundo de comparações e que são fruto de muitas memórias e experiências, a tendência dessa pessoa é viver insatisfeita, e portanto com muita tendência a buscar fazer umas re-atualizações, ou, quem sabe: tentar ter o namorado para a casa, um amante para transa especial, e um ex de muito tempo, inesquecível, com quem, de vez em quando, a pessoa dá uma re-atualizada na saudade. Portanto, a questão não é virgindade sexual, mas sim honestidade psicológica. Para mim, a melhor mulher é aquela que ama, e que não carrega um álbum de casos e referencias nas costas, pois mesmo que já tenha tido outros na intimidade, não se deixou complexificar pelos eventos. Ninguém consegue ser feliz ao lado de uma mulher que quando fecha os olhos tem todas as referencias possíveis de casos de amor para lembrar.

Edson Carmo

2 comentários:

HERMOSA 007 disse...

Ai meu Deus!!!!!!!!!! eu já tinha lido isso antes. Acho que vc já tinha envia do pra mim. Se não foi esse foi um mt parecido.
Mt bom! é tudo verdade! bjim

Edson Carmo disse...

Sim, já lhe mostrei antes, mas este está atualizado a minha recente forma de dizer as coisas.

Edson Carmo